A estudante (+18)

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25/04/2015 por Radoc Lobo

Gosto de garotas jovens.

Meninas novas sem marcas de desilusões nem grandes decepções. Apenas sonhos jovens e repletos de esperanças.

Algumas vezes eu me surpreendo com as pessoas.

Certa vez eu conheci uma jovem interessante.

Ela me observava enquanto eu praticava meu hobby de escrever ao ar livre.

Tentava disfarçar mas estava nitidamente interessada no que eu escrevia então me aproximei e ofereci a ela meu texto.

Eu estava escrevendo uma de minhas aventuras eróticas, mas apresentei me como um escritor causal e aquilo como sendo uma obra inspirada em personagens de histórias medievais.

Enquanto ela lia eu mapeava cada parte do seu corpo e cada reação que demonstrava.

A jovem parecia não ter mais que 20 anos. Tinha cabelos morenos, lisos e longos que se destacava em meio a sua pele clara e seus lindos olhos verdes.

Era bem fácil de ler as sensações que aquela leitura causava.

Enquanto segurava o caderno com a mão esquerda, a mão direita passeava vagarosamente pelo corpo, isso deixava clara como ela estava interessada no que estava sendo descrito.

Eu comecei a acariciá-la acompanhando os movimentos que ela fazia.

Acariciava-a de leve, com um toque suave, quase inperceptivel.

Aproximei meu rosto ao dela para sentir seu cheiro.

Ela se arrepiou quando aumentei a intensidade do meu toque, mas não me fez parar, ao invés disso  começou a guiar minha mão pelo seu corpo.

Me tornei instrumento da fantasia que eu estava escrevendo.

Minha mão foi levada suavemente como se fosse dela, demorando em cada lugar que causava arrepios.

Me fez apertar os seus seios com firmeza, num movimento de cima para baixo que me fez descobrir que não havia uma lingerie entre minha mão e a pele.

Repetiu o movimento mais uma vez, mas agora queria de deixar o peito exposto para mim.

Quando cumpriu o objetivo, voltou a descer.

Eu já beijava seu pescoço e mergulhava naquele cheiro de Jasmim que emanava de seu perfume.

Acariciou as pernas, grossas e firmes. Primeiro uma, depois a outra. Para frente e para trás, me levando até cada vez mais perto de seu tesouro úmido.

De súbito ela tirou a mão da minha, mas isso não me importou, eu já sabia o que fazer.

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